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Acho que ela me ama - testemunho

Aconteceu na madrugada de uma segunda-feira, dia 19 de janeiro de 2009. Algumas pessoas, amigas minhas, quando me viam daquele jeito (...) se importavam comigo me aconselhando sobre ela. Eu nem conhecia bem o “poder” de como ela conseguia convencer, talvez não por ignorância, mas por um orgulho que me ensinaram a cultivar desde pequenino, como numa rebeldia contra essas outras realidades que eu mesmo desconhecia dela. Algumas vezes, não minto, eu tinha até direcionado meu olhar pra ela, buscando encontrar em sua beleza algo que preenchesse um vazio que havia em mim, ainda meio que temeroso de que seu esposo sentisse ciúmes. Mas, naquele dia, naquela madrugada, foi irresistível. Eu bem que poderia ficar calado, guardar segredo, e ninguém saberia o que aconteceu. Porém, quem tem me acompanhado há muito tempo conhece essa mulher, ou pelo menos já ouviu falar dela, e nesse sentido não poderia deixar de saber a tamanha alegria que senti pelo que aconteceu naquela madrugada. (...) Eu estava ...

Antes idiota que infeliz

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: “ Digam o que disserem, o mal do século é a solidão ”. Como num diagnóstico da alma ocidentalizada que médico algum se tornaria capaz de curar. Pretensiosamente, digo que assino embaixo, sem dúvida alguma. Parem e notem que os sinais estão batendo à porta em nossa cara, todos os dias. Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos – chegam sozinhas e saem sozinhas. Parece que com todo o esforço que fazem as coitadas não conseguem vencer o inevitável. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e apesar de tudo, continuam sozinhos. Inclusive, recentemente surgiu um movimento de mulheres que contratam homens para dançar com elas em bailes, os novíssimos “ personal dance ” – incrível. E não seria apenas sexo o que elas procuram, não. Se fosse, poderia ser resolvido facilmente, alguém duvida? Estamos é com carê...

Conversão: o pão nosso de cada dia

Existem pessoas que se aborrecem mesmo quando alguém fala de Deus de forma a atingir seu status. Das tantas vozes que surgem querendo ter sua razão numa porção de fé sem consistência, é notório o número soberbo dos que tornam relativas as atitudes divinas na história presente, chegando a afirmar, inclusive, que Deus não se vinga ou que Deus não castiga, em prol, tão somente, de manter uma linha de interpretação concebida no pietismo . Isso se deve a uma herança de confusões entre termos e seus significados originais em relação à percepção transcendental dos atos divinos. É como se ao revelar, de fato, a verdade, tal revelação poderia causar interpretações particulares e assim, novamente, se cairia numa infindável confusão de significados. Com isso, temos um papel importantíssimo na infindável confusão de significados por parte de nossos irmãos protestantes ao divulgarem a independência às consulta e interpretação da Bíblia. Isso devido ao número mais que evidente de pessoas que acabam ...

E se eu parasse de falar de Jesus Cristo?

Observando o mais profundo dos céus, dentre tantas maravilhas celestes como galáxias, quasares, nebulosas, novas constelações e buracos-negros, os astrônomos conseguem detectar, inclusive, as chamadas “mortes das estrelas”. É um fenômeno explicado pela ciência basicamente analisando o tamanho da estrela quando “adulta”. Dependendo do tamanho, a estrela pode “morrer” explodindo, se expandindo ou se encolhendo. De todo jeito, para morrer, a estrela sofre todo um processo que leva milhões de anos. Nenhum de nós, certamente, estaria pronto para dar atenção a esses tipos de abordagens científicas ou mesmo, ficar dias, meses, anos sentado diante de um telescópio a espera da morte de uma estrela! Imagine, então, olhar para o céu estrelado e a qualquer momento, nos surpreendermos com um fato inédito do desaparecimento de uma estrela! Poderia parecer incrível, mas quem se importaria com um pontinho luminoso que se foi dentre tantos outros milhões de pontos luminosos que há no céu? Analogamente,...

O amor não é amado

Há cerca de 800 anos, no devinir do século XII para o século XIII, um belo jovem, no auge de sua vitalidade, se apaixonara pelo Amor. Como assim pelo Amor? É claro, a distância dos anos parece surtir um efeito típico de quem encontra mais um motivo para relaxar o que de atual o exemplo desse jovem desperta. Pois é, o Amor despertou nesse belo jovem sua atração gravitacional, o que provocou uma típica revolução em sua vida. Ao se deparar com a beleza ímpar do Amor, o belo jovem percebeu que não havia beleza nesse mundo que chegasse perto da incomparável beleza do Amor. Decidiu, pois, demonstrar para todo o mundo exatamente o contrário, como num desafio entre a aparência e a essência, e se despiu de toda e qualquer forma que encontrasse em seu próprio corpo e que lhe trouxesse a idéia de beleza: nada se equipararia à beleza do Amor que aquele jovem encontrou. Enquanto o mundo naquela época, e também na nossa, evidenciava as formas sob a forte influência que ainda sobrevivia dos deuses gr...

O diabo paga a conta - comentário

Quando tratamos sobre solidariedade, alguns de nós muitas vezes possuímos respostas “prontas” e sem um esclarecimento convincente. Uns se detêm na mesquinhez de desculpas buscando se isolar de suas responsabilidades, enquanto outros se acostumam ao assistencialismo ingênuo que não provoca mudanças plausíveis de fato (para ambos os lados – tanto para quem ajuda quanto para quem é ajudado). Nesse intuito, comentar o texto “O diabo paga a conta” é uma tentativa de esclarecer seu propósito diante daqueles que possuem suas respostas “prontas”. Se bem que ultimamente essa palavra, solidariedade, tem-se manifestado como algo sobre-humano, de um valor, como que, exótico. Exótico no sentido de parecer estranho, isto é, solidariedade tem sido sinônimo de atitudes estranhamente corajosas. E onde se encontram os corajosos? Seria fácil encontrar uma resposta “pronta”? Possuir uma televisão em casa deixou de ser um luxo e tornou-se uma necessidade, por incrível que pareça. Logo, logo poderá ser a ve...
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